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A DOAÇÃO DA CARNE - 1ª PARTE
Apesar do pouco tamanho da minha pila e dos meus bagos subdesenvolvidos nunca terem feito sucesso entre as mulheres, e da primeira vez que quis perder a virgindade com uma puta da rua meu pau não se ter conseguido colocar em pé, nunca pensara em ser capado até conhecer Sónia. Esta foi a única rapariga que aceitou namorar comigo, tinha eu 25 anos e em matéria de orgasmos apenas tinha provado os que conseguia alcançar à custa das punhetas que tocava e privado de mulher desde sempre, como eu tocava punhetas, já que nunca adormecia sem tocar uma.
Sónia contrariamente a mim, já não era virgem. Namorara dois anos com um sujeito, o Leonel, e entregara-se a ele algumas vezes, como ela própria me confessou antes de ele a ter traído. No entanto, apesar da sua maior experiência, Sónia nunca alcançara o orgasmo nem nunca sentira um homem ejaculando-se dentro dela, pois como não tomava a pílula nem achava aprazível foder de preservativo, as relações com o ex-namorado tinham-se limitado ao coito interrompido, e por isso eu podia dizer a mim mesmo que ela era ainda mais virgem do que eu.
Minha namorada andava-se formando em Veterinária e vivia sozinha num apartamento que os pais lhe tinham oferecido pelo que estávamos à vontade quando à noite a visitava para namorarmos. Como eu nunca tinha penetrado ninguém bastavam-me uns beijos mais quentes com ela, ou uns apertos mais fortes nas suas mamas ou no rabo para me deixarem o caralho levantado. Apesar disso Sónia nunca demonstrou muita apetência para o sexo.
- Sóninha, meu amor, deixa-me comer-te, preciso muito de te meter a pila pedia-lhe, louco de tesão, com tanto tesão que muitas vezes chegava-me a esporrar todo só de lhe sentir o corpo esfregando-se no meu.
- Estamos tão bem assim, só nos beijos e apalpões contrapunha-me ela, maldosamente. Deixa lá a pila sossegada.
Perguntei-lhe se suas negas tinham a ver com o pouco tamanho dos meus instrumentos de macho mas ela garantiu-me que não, que até gostava mais de pilas pequeninas e finas como a minha, já que ela própria tinha a vagina muito apertada e lembrava-se bem das dores que sentira sempre que o anterior namorado, um indivíduo segundo ela com o cacete avantajado, metia nela. Sónia contudo parecia apreciar o facto de me saber excitado por ela e eu não duvidava que ela gostava de me excitar para depois me fazer correr para a casa de banho despejar os tomates à mão. Era ela aliás quem muitas vezes me convidava a ir à sanita aliviar-me manualmente, enquanto ela ficava na sala, aguardando o meu regresso já mais calmo, agora que o tesão me passara. Um dia pedi-lhe que em vez de me mandar ir à casa de banho desaleitar-me como os rapazinhos sem mulher me tocasse ela a punheta ou me deixasse tocá-la ali à sua frente, já que isso seria para mim muito mais agradável. Dois ou três dias depois Sónia acedeu finalmente ao meu pedido permitindo-me passar a punhetear-me na sala, beijando-a enquanto ela segurava um lenço de papel ao redor da cabeça da minha pila para a esporra não cair no chão, e ao fim de pouco tempo já mas tocava ela com as suas mãos de fada, ou então deixava-me esfregar-lha nas mamas carnudas, e um pouco caídas como sempre gostei de ver as mamas de uma mulher.
Eu também percebia como os meus toques a excitavam embora ela se continuasse negando a ser por mim penetrada. Sónia adorava que lhe apalpasse as mamas e lhe mordesse as orelhas quando me estava masturbando, e chegou a admitir que de facto depois de estar comigo se deitava sempre muito excitada, o que me fez pensar não ser justo eu não lhe proporcionar um orgasmo como ela me proporcionava a mim, fosse de que maneira fosse. Uma noite em que ela brincava com o meu caralho propus-lhe que me deixasse fazer-lhe um minete e Sónia aceitou, dizendo-me que isso era coisa que o seu primeiro namorado nunca lhe fizera. Sentada no sofá tirou a calcinha para baixo, abriu as pernas e eu já nu da cintura para baixo, e com meu caralho todo espetado para a frente como uma lança em riste, ajoelhado no chão vi-lhe a vagina pela primeira vez. Com que gosto a lambi até a sentir vir-se e um líquido adocicado escorrer-lhe da greta para a minha boca. Era o primeiro orgasmo da minha miúda e não imaginam a alegria que senti por ela o ter alcançado comigo, apesar da escassez de tamanho dos meus órgãos e da minha inexperiência em matéria de sexo a dois. Senti que Sónia só agora perdera sua virgindade e ela foi da mesma opinião. Dessa noite em diante Sónia não voltou a ir para a cama excitada depois de ter estado comigo, pois da mesma maneira que ela todas as noites me tocava uma punheta, eu lambia-lha a greta até a fazer gozar. E o nosso relacionamento ficou ainda mais forte e os dois cada vez nos sentíamos mais apaixonados um pelo outro.
No entanto aquilo que eu mais queria, penetrá-la, continuava-me vedado. Sónia abria apenas as pernas para a minha língua, nunca para o meu caralho. Eu bem lhe dizia que já tendo entregue a marca da sua virgindade ao anterior namorado, não via razões para não deixar o meu pauzinho entrar-lhe na vagina. Se era o medo da dor que sentira então ficasse sossegada, minha pila sendo muito mais pequenina do que a do Leonel nunca lhe faria dor, e que se era medo de engravidar eu comprometia-me a tirá-la fora antes do momento da ejaculação tal como ele fazia, mas Sónia manteve-se irredutível na sua posição. Sexo completo por enquanto não, só mesmo punheta e minete.
Uns tempos mais tarde eu lambera-a e ela tocara-me a habitual punheta. Como sempre meu caralho uma vez alcançado o gozo encolheu todo e ela entreteve-se a apreciá-lo e a tocar-lhe com as mãos, como se fosse um brinquedinho. Fez o mesmo com minhas bolas, observou como um e outras eram muito pequenos que mais pareciam atrofiados e como isso lhe agradava bastante.
- Talvez vocês os homens de pila curta não pensem tanto com ela, como os outros comentou. E após a ter acariciado longamente sem que ela esboçasse qualquer reacção de tesão, perguntou-me:
- Depois de te teres esporrado precisas de muito tempo para voltares a ficar com ela em pé, não é mesmo?
Respondi-lhe que pelo menos nessa noite não seria capaz de a voltar a levantar já que o meu tesão não me permitia levantá-la mais de uma vez a cada 24 horas e Sónia expressou uma estranha vontade, pelo menos para mim:
- Que pena ela não ficar sempre assim.
Observei-lhe que se ela estivesse sempre assim isso seria sinal que eu era impotente, e que nunca lha poderia meter como as mulheres gostam que os homens lhe façam. Sónia mostrou-me o quanto assexuada era:
- Que mal é que isso tinha? Eu não me importava nada que o fosses.
Aquilo bateu-me de tal modo, que apesar do que eu lhe dissera minha pila com a ideia da impotência começou a engrossar e a levantar o que levou Sónia a exclamar:
Mau, não me digas que a conversa te deu tesão e vais querer outra punheta. seria a primeira vez que te tocaria duas quase seguidas e bateu-lhe ao de leve com as mãos, dizendo que ela estava muito bem em baixo, não era preciso exibir-se pois ainda não tinham passado 24 horas desde a última ejaculação. Mas nessa noite excitado como fiquei com tal revelação dela custou-me a adormecer e só o consegui depois de ter ido ao banheiro esfolar outra à mão. Era a segunda masturbação da noite, o que para mim constituía um recorde. E a coisa não ficou por aí.
O tesão que me causou a perspectiva de ter a pila murcha só para agradar a Sónia foi tão grande que de manhã ao acordar o meu membro já estava de novo erecto e tive de o voltar a consolar à mão, coisa que nunca acontecia quando ela me tocava punheta como sucedera na véspera. Por isso nessa noite quando a visitei, excitado como me achava, voltei a falar no assunto.
-È verdade, Sónia, que gostarias mesmo de a minha pila não ser capaz de se pôr de pé?
Ela olhou para mim, sorrindo.
- Sei que é um assunto constrangedor para vocês homens, pois acham que um macho a sério tem de ter tesão para se pôr numa mulher, mas confesso que sim. Vou gostar quando fores velhinho e impotente e não for preciso tocar-te punhetas ou deixar-te meter. E não é por teres uma pila pequenina que o digo, se a tivesses grande dir-te-ia o mesmo. Os homens vivem muito para satisfazer o bocado de carne que trazem no meio das pernas, mais do que para nos satisfazerem a nós, e por isso sempre me causou alguma repugnância ver um homem com tesão. Acho muito mais bonita, e inofensiva, uma pila murcha do que uma tesa. Por isso vou gostar muito quando tiveres perdido o tesão. Pena é ter de esperar até seres velho por esse momento, a menos que por teres uns tomatinhos tão mal formados o percas mais cedo.
Desde que não me conseguira entesar com a prostituta eu ficara sempre com a ideia que meu tesão, mesmo para tocar punhetas, não duraria muito e ao ouvi-la dizendo aquilo meu pauzinho começou a enchumar por baixo das calças. Sónia notou-o e acariciou-o por cima do fecho das calças.
- Vês observou só pensais em tirar o leite, mesmo quando não tendes mulher com quem o fazer. É isso que me desagrada nesta coisa.
- Mas se não fosse o tesão eu não te poderia satisfazer voltei a insistir.
- Claro que podias, meu querido meia pila virgem - contrariou Tens-me satisfeito tão bem com a língua que eu nem sinto a falta da tua pila dentro da minha vagina. Tens-me satisfeito muito mais com os teus toques e os teus minetes do que o Leonel. E no entanto a ele deixei-o meter-me a pila muitas vezes e a ti ainda não.
Era verdade.
- Muitas vezes continuou Sónia chego a desejar estar casada contigo, e descobrir que me punhas os cornos como o Leonel me fez. A ele deixei-o ficar mas se fôssemos casados juro que te drogaria, te amarraria todo nu, esperaria que acordasses para que visses bem o que te ia fazer e te caparia como se faz aos vitelos.
- Falas a sério, Sónia? perguntei-lhe sentindo uma vontade enorme de me esporrar nas calças e beijando-a na boca.
- Falo, sim asseverou-me retribuindo meus beijos É isso que merecem todos os homens que andam pulando a cerca.
Ui, que tesão aquilo me deu! Parecia-me inacreditável que Sónia fosse capaz de me beijar tão ternamente, proporcionar-me tantos momentos de prazer e ao mesmo acalentar tais ideias na sua mente que punham em causa a minha integridade masculina. Mas ao mesmo tempo como eu achava deliciosas tais ideias, e não só as ideias. Desde que ela falara eu já só me via amarrado todo nu, de pernas abertas sendo capado por ela de faca na mão, vestida com uma roupa bem sedutora. Imaginava meus bagos sendo dolorosamente decepados pelas mesmas mãos femininas e doces que me tocavam tanta punheta, e na minha imaginação via-me de joelhos, todo nu e com o saco vazio lambendo-lhe a vagina como um bom eunuco, empenhado apenas em fazê-la alcançar um orgasmo que eu já não seria capaz de atingir. E não tinha medo de isso acontecer, antes pelo contrário desejava muito que isso acontecesse. Beijando-lhe o pescoço e mordiscando-lhe os lóbulos ofereci-me à sua fantasia, que era agora a minha.
- Se tu quiseres, minha querida, não será preciso eu te trair para me cortares os tomates. Eu deixar-to-ei fazer como garantia que isso nunca irá acontecer se me prometeres seres a minha esposa até ao fim da vida. Sendo virgem, como sabes, essa será também a garantia que mesmo que morras eu nunca poderei tomar outra mulher, e que me disponho a ser virgem toda a vida, só para te servir.
O nosso acordo não ficou logo selado. Sónia embora me tivesse dito que nas aulas práticas as castrações que mais gostava de efectuar era em jovens machos ainda não iniciados sexualmente, receava que me viesse a arrepender e o nosso relacionamento ficasse definitivamente comprometido.
- A maioria dos machos capados esclareceu-me continua a ter desejo ao longo de parte da vida mas como não são capazes de obter uma erecção, nem uma simples punheta poderão tocar. Vivem assim num permanente estado de frustração sexual que excita muito uma fêmea como eu. Não gostaria de vir a ser acusada de te privar de um acto que estás tão habituado a praticar.
Mas desde essa vez não se passou noite alguma em que não reafirmasse minha oferta até que Sónia se convenceu da minha sinceridade e se dispôs a levá-la avante.
- Sei muito bem castrar machos reafirmou-me por isso não correrás riscos quando te extirpar as bolas. Mas compreendes que irreversivelmente teu pau não terá mais préstimo na cama, nem te dará mais prazer que não seja o de te deixar aliviar a bexiga?
Não sabia eu outra coisa mas queria muito que isso acontecesse de facto. Sónia acedeu então a capar-me como fazia aos machos nas aulas práticas e passou a noite anterior à minha castração tocando-me punhetas e sendo lambida por mim. Foi a noite da minha vida em que mais orgasmos tive pois excitado com a certeza de ser amputado na manhã seguinte, meu caralho praticamente nunca baixava e a vagina dela estava mais húmida do que nunca.
- Aproveita bem as punhetas que te toco hoje, meu queridinho dizia-me porque a partir de amanhã em diante será só a tua linguazinha a dar-me prazer, nunca mais apreciarás o gozo do leitinho saindo-te pela pila fora. É bom mesmo que despejes todo o líquido dos tomatinhos já que não vais ter outra oportunidade para o fazeres, e amanhã quando te capar quero ver-te com a pilinha bem murchinha e fanada como se já fosses impotente.
Apesar disso Sónia recusou-se mais uma vez a deixar-se possuir por mim, dizendo que uma vez que eu chegara virgem à véspera da minha castração queria-me capar virgem, para que eu conservasse para sempre a nostalgia de um prazer que mulher alguma me tinha chegado a dar. Concordei com ela, tanto mais que desejava ser um eunuco o mais perfeito possível e a principal obrigação de um eunuco é satisfazer a vontade de sua dona. E eu já sentia Sónia não como uma namorada mas como a dona de mim. A castração, bem o via, ampliaria ainda mais esse meu sentimento e me faria sentir mais seu.
Fui capado por Sónia na manhã seguinte. Como era sábado não tinha de ir trabalhar nem ela tinha aulas pelo que dormimos juntos nessa noite pela primeira vez desde que começáramos a namorar, há quase um ano. Eu todo nu, ela com uma reduzida lingerie de cor preta, avisou-me que uma vez despojando-me dos bagos nunca mais me deixaria vê-la nua mesmo quando lhe estivesse lambendo a greta, nem consentiria que eu visse nua mulher alguma, e que usaria aquela mesma lingerie quando me estivesse capando. Com tantas punhetas que me tocara meu caralhinho estava muito mais pequeno do que o habitual, apenas uns 6 ou 7 centímetros e meus colhões com tanta esporradela estavam bem sequinhos.
- Parecem os tomates de um velho escarneceu Sónia. Ela porém não estava menos satisfeita do que eu com os minetes que lhe fizera no cu e na vagina.
Como boa veterinária que pretendia ser Sónia munira-se de uma mala com todos os instrumentos necessários. Antes de adormecermos, altas horas da manhã, tomámos um banho juntos e ela mesma no final me depilou cuidadosamente o escroto avisando-me que uma vez consumada a castração não queria mais ver nenhum pelo nele. Quando nos deitámos mostrou-me um estranho alicate com uma apertada fita em torno da cabeça estreita, dizendo-me ser um elastrador, instrumento usado para castrar bezerros muito jovens.
-Vou-te amarrar a fita em volta do saco para te esmagar os vasos sanguíneos que te alimentam os tomates e te permitem a erecção explicou-me Como os vasos dos bezerros jovens são mais frágeis do que os de um homem adulto, o elastrador atrofia-lhes os testículos, permitindo um corte sem dor. No caso de um homem isso seria muito mais difícil de atingir, mas vou querer que uses o elastrador porque uma menor irrigação sanguínea à tua área a tornará, ou pelo menos assim o julgo, mais insensível. Levanta a pilinha para cima, querido.
Fiz o que Sónia mandou e ela empunhando minhas bolas apertou-me o saco com a fita do elastrador. Doeu para carago!
- Eu sei que dói, queridinho reconheceu por isso é que te vou amarrar as mãos para que durante a noite não te sintas tentado a cortar a fita.
Não precisei de muito tempo para sentir meu saco ficando frio, o aperto da fita era mesmo forte, parecia um garrote estrangulando-me o abastecimento de sangue aos colhões. Sónia antes de adormecer e me amarrar com os braços estendidos em direcção à cabeceira, brincou com meu caralho como a certificar-se de que ele não se ergueria mais, apesar de ainda não ter os bagos amputados.
-Ficas bem assim, não ficas meu amor? perguntou-me beijando-me a boca, o peito, o caralho e o escroto amarrado. Desde que eu concordara em ser castrado por si, Sónia revelava-se cada vez mais terna e querida comigo. Claro que ficava bem com ela dormindo a meu lado, naquele momento fulcral da nossa relação, apesar do frio e da dor que cada vez mais sentia nos colhões Vou-te capar amanhã mesmo nesta cama, sim, querido? Assim nem precisarei de te desamarrar os braços.
Devido ao elastrador custou-me a adormecer mas estava calmo e confiante em que tudo iria correr bem, tamanha a confiança que depositava na técnica de Sónia. Esta que adormecera bem antes de mim acordou mais cedo mas não me despertou. Quando acordei era quase meio-dia e Sónia vestida com um roupão lia numa revista de veterinária um artigo sobre a castração de machos. Pelos vistos estava revendo a matéria o que achei bom.
-Estavas a dormir tão bem, amor, que não te quis chamar disse atirando-se para cima da cama, beijando-me afinal temos tempo, não temos?
No entanto o seu corpo sobre o meu, e a excitação de ir ser castrado começavam a despertar de novo o meu caralhinho, habitualmente tão frouxo.
- Que é isso, meu quase capado? perguntou-me rindo-se e apertando-me a pila entre os cobertores, obrigando-a a baixar-se não te disse que te queria de pila murcha como um impotente, quando te fosse capar? É bom pararmos e fazermos o que temos a fazer, ou então ainda tenho de te tocar outra punheta para te esvaziar o leitinho, antes de te passar o bisturi nos tomatinhos.
Meus pés foram fortemente amarrados a uns pinos da cama, e sem me tirar a fita do elastrador Sónia depois de ter despido o robe e ficando só com a mesma lingerie com que dormira e umas luvas de látex, desinfectou-me o saco com álcool e em seguida injectou em cada ovo uma anestesia local.
- Xilocaína como a usada nos dentistas disse à medida que ia exercendo pressão no êmbolo só para evitares que grites de dor. Mas vais poder ver como tudo se faz.
Sempre mexendo nos meus colhões Sónia ia-me perguntando se eu sentia algum formigueiro. Talvez em menos de 5 minutos, mas que a mim pareceram muito mais pois estava ansioso por a ver começando, principiei de facto a sentir neles um formigueiro que os deixou ainda mais dormentes do que já estavam, e ela achou então estar na hora de os extrair.
- Nenhum arrependimento, querido? voltou a perguntar Depois de começar cortando não pararei mais.
Reafirmei-lhe minha certeza se ela prometesse nunca me abandonar.
- Então sela o nosso compromisso beijando o bisturi com que te vou rasgar a pele do saco, a pinça com que segurarei e esmagarei os teus canais espermáticos e erécteis, a tesoura que usarei para os desligar definitivamente dos teus tomatinhos, e a agulha e a linha com que te suturarei no final - exigiu ainda chegando-mos à boca. Soergui um pouco a cabeça e beijei-os reafirmando meus votos.
- Sou teu, Sónia, e quero ser teu para sempre. Por favor aceita a doação da minha carne e o meu sacrifício que em nome do amor que nutro por ti, te estou fazendo.
Vi que Sónia ficou profundamente comovida com tais palavras e que qualquer hesitação que lhe tivesse passado pela cabeça, estava agora definitivamente posta de lado.
- Aceito sim amor, aceito como qualquer mulher aceitaria uma prova tão extrema e tão grata de amor- expressou-se ela.
E o despojo das minhas nozes começou. Sónia tivera o cuidado de me colocar sob a cabeça uma almofada dupla pelo que pude assistir a tudo, como prometido.
Com precisão cirúrgica de mão habituada já a castrar bezerros e porcos nas aulas práticas, fez um corte na pele direita do saco, que me pareceu uma arranhadela. Nas semanas que antecederam minha castração, dizendo ser para me habituar ao corte do bisturi, , Sónia divertia-se a arranhar-me ao de leve com as unhas a pele rugosa do saco, depois de me tocar a habitual punheta e antes de aceitar ter a greta lambida por mim, pois só me deixava lambê-la após me ter aliviado de maneira a que eu estivesse com ela murcha quando o fazia, o que eu achava um tesão. Aiii, gemi apesar do analgésico mas não foi uma dor insuportável.
-Também nós gememos quando abrimos as pernas ao vosso tesão, e vocês todos gostam muito de nos ver gemer com o vosso caralho entalado no meio da nossa racha, não gostam, meu querido namoradinho que estás sendo capado às minhas mãos? dizia-me baixinho sem parar de cortar Pois também eu estou a gostar muito de te abrir a pele que te tapa os baguinhos e ouvir-te gemer.
Mas os meus gemidos, tal como os das mulheres sendo penetradas, não eram apenas de dor mas de prazer, pois meu caralho insuflara de novo, e eu estava achando aquela dor deliciosa, tão deliciosa como quando suas mãos me desaleitavam todo. Meu tomate direito estava agora sendo puxado fora por seus dedos ágeis e voltei a gritar quando ela o tirou do saco. Uma pele esbranquiçada e coberta de sangue, presa ao restante corpo por um emaranhado de canais, escorria dele.
-Já tinhas visto como era um teu colhão por dentro? quis saber segurando-o na palma de sua mão aberta Confesso que só o fiquei sabendo quando numa aula prática vi capar o primeiro macho.
Com a pinça Sónia apertava-me agora os canais que prendiam meu colhão, até os esmagar como a fita me estava esmagando o saco. Um grito mais forte de dor soou.
-Se continuas a gritar vou ter de te amordaçar.
Cerrei os dentes. Sónia deu dois ou três torções na pinça para esmagar melhor os canais.
- Quero certificar-me que os teus canais erécteis ficam definitivamente inutilizados e evitar-me mesmo as involuntárias erecções nocturnas de que muitos eunucos se queixam.
Sónia falava como se aquela fosse uma aula sobre castração e ela a professora. Mas aquilo aumentava o meu gosto em estar ali sendo por ela privado dos símbolos da minha virilidade.
Com a pinça bem apertada para interromper a circulação, minha namorada voltou a empunhar o bisturi e golpeou toda a pele esbranquiçada que cobria meu testículo. O dito de facto era bem pequenino, vermelho, ou talvez fosse do sangue que o cobria, mais parecia uma suja noz repousando em sua mão aberta.
-Vês a verdadeira dimensão de um testículo de macho, meu querido? ufanava-se ela Vês como é fácil reduzir a potência de um homem à insignificância com um simples instrumento cortante? E diz lá se não vale a pena, meu amor?
Siiiim, siiim, valia pena!
-Diz adeus ao teu colhão direito, amor
E já sua mão armada com uma espécie de tesoura me cortava os canais e o meu colhão tombava irremediavelmente no lençol da cama, entre o intervalo das minhas pernas. A pressão da pinça tinha sido boa pois que pouco sangue correu quando ela os cortou.
- O direito já se foi para sempre, meu meio capadinho, congratulou-se Sónia agarrando nele e metendo-o num frasco de vidro, com formol agora vamos repetir o procedimento com o esquerdo.
Não vale a pena contar como as coisas se passaram pois a operação foi em tudo idêntica a esta. Três, quatro minutos foi o máximo de tempo que Sónia precisou entre passar-me o bisturi no saco e desapossar-me de cada um dos colhões, e apesar das dores que passei achei esse tempo rápido de mais, só para ter o prazer de lhe sentir as mãos segurando-me os bagos e espremendo-os, ter a pele do meu escroto penetrada por seus dedos, vendo e ouvindo-a falar-me sobre cada um dos procedimentos. Queria que a castração tivesse durado tanto tempo como as punhetas que me tocara de véspera e como os minetes que eu lhe fizera então. Sabia, e com razão, que nunca teria uma relação erótica tão profunda como a que estava acontecendo naquele momento, e por isso teria querido que ela se prolongasse indefinidamente, tão indefinidamente como iriam durar os efeitos da minha castração.
-Ficaste de pau feito, meu recém-capadinho observou então Sónia sorrindo, depois de me suturar a pele do saco e dando por concluída minha castração. Vendo no entanto minha pilinha, um pouco mais pequena do que antes da operação, completamente em pé, ainda acrescentou:
É normal os adultos ficarem de pau feito após serem castrados. Por vezes o sémen acumulado nos canais sobe para o pénis quando estes são esmagados, como aconteceu aos teus. Pelos vistos estás com sorte. As punhetas que te toquei ontem não foram afinal as últimas já que pelos vistos vais ainda ter direito a mais uma. Não quereria ter um capado com esporra acumulada no pau para o resto da vida.
Sua mão agarrou em minha pila e esfregou-a durante poucos minutos até me ter desaleitado todo, molhando-lhe as mãos nuas.
-Agora sim, amor, estás tão capadinho como um bezerro virgem, como sempre sonhei que estivesses. Prova o teu esperma pela última vez, meu eunuco que sempre me serás fiel e me farás feliz e beijando-me a boca, Sónia dava-me suas mãos a lamber, e eu lambia-as como um gatinho saboreando um doce da mão da dona. Antes de me tocar a punheta eu pedira-lhe que me deixasse fazer-lhe um linguado na greta mas Sónia recusara-se dizendo querê-lo somente no fim de tudo. E o fim, agora que eu tivera meu último gozo, era chegado. Tapando me os olhos com uma mão uma vez que agora não consentia que eu visse nua mulher alguma, tirou sua calcinha e vendou-me com ela, sentando-se sobre a minha boca o que me permitia igualmente lamber-lhe o olho do cu. Uma das faces da calcinha estava húmida e tinha o mesmo gosto que minha boca conhecia bem quando ela se vinha com os minetes que lhe fazia e eu percebi que essa era a parte do pano que lhe ficara por baixo da vagina. Como suspeitava Sónia excitara-se tanto com a minha castração como eu e queria agora que eu na minha nova condição de ser assexuado lhe acalmasse os seus ardores, tarefa de que não me saí mal ou a minha língua não estivesse igual ao que sempre fora, pois a fiz alcançar o orgasmo ao fim de muito pouco tempo.
-Daqui para a frente não voltarás mais a pedir para ma meteres, meu querido capadinho porque não serás capaz de o fazer dizia-me sentindo a minha língua pesquisando-lhe cada fenda das suas duas grutas e fazendo-a delirar de prazer Vamos guardar os teus ovinhos para sempre como prova deste dia e do teu compromisso disse depois de se ter vindo e mandando-me beijar o frasco de vidro onde os mergulhara no formol Só quando tu morreres os poderás levar contigo para a cova, como era costume na China.
Uma castração é contudo uma operação melindrosa, e eu passei o fim-de-semana recompondo-me. A formação de Sónia ajudou-me bastante. Previdente, arranjara uns litros de soro que me ministrou juntamente com um analgésico e um anti-inflamatório para evitar ocorresse alguma infecção e cuidou muito bem de mim. Mas só ao fim de 15 dias eu me sentia totalmente recomposto e nessa altura reparara que meu caralho que dantes murcho chegava aos 10 centímetros, agora não passava dos 7, como bem o podia afirmar a fita métrica. Perguntei-lhe se ele ficar sempre assim, ainda mais pequenino do que já era e Sónia confirmou-mo:
-É bem provável que sim, meu namoradinho sem bagos e sem força na verga. Regra geral o pénis dos machos castrados diminui devido à quase total ausência de testosterona e ao facto de não terem erecção. Até é provável que ainda venha a diminuir mais, à medida que os níveis de testosterona forem baixando. Não me admirava nada que a tua pilinha viesse a baixar de tamanho para valores na ordem dos 4 ou 5 centímetros, já que ela sempre foi muito pequenina.
E eu, que quando tinha o par de tomates no saco, sempre tive vergonha de me exibir nu perante os colegas, só fiquei a desejar que Sónia tivesse razão e que a minha pila ficasse tão pequenina que desaparecesse de vez. Mas se isso não acontecer uma outra doação estou disposto a fazer-lhe: uma penectomia. È muito mais arriscado eu sei, mas estou certo de que Sónia não apenas será mulher para a executar com sucesso como iria gostar muito de tal doação. E eu também. Afinal se as bolas se foram, porque não também o resto?
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