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Dominação Natural (Parte I)

O olhar dela dizia tudo... Ajoelhei-me, e fiz aquilo que devia ter feito há muito. Beijei os seus pés, e pedi-lhe perdão! De imediato tirei a camisola, e o cinto das minhas calças que coloquei nas suas mãos. De seguida ofereci-lhe as costas para que me fosse aplicada a punição! Sabia como seriam as coisas a partir de agora... A minha namorada era agora minha Dona! Sara Dona de rafael. Desde criança que me sinto atraído pelo BDSM, mesmo antes de saber o que isso era. Lembro-me da minha professora de educação visual com os seus saltos altos, e de não tirar os olhos daquela pulseira de tornozelo em toda a aula! A minha vontade era passar a aula debaixo da mesa a adorar aqueles pés lindos! Cresci com essa fantasia, que não passou de isso mesmo! Uma fantasia. Apesar de o desejar, nunca havia tido uma relação D/s, e vivia no mundo dos namoricos de curta duração. Aos 20 anos iniciei um namoro que se transformou numa relação séria. A Sara era uma rapariga encantadora com quem me divertia à grande! O sexo era algo inibido, uma vez que ambos tinhamos pouca experiência. Entre posições mais tradicionais, o sexo oral era mesmo tabu! A personalidade da Sara foi-se alterando com o tempo, e ao fim de 2 anos de namoro, ela controlava por completo as nossas actividades diárias, e o nosso quotidiano, embora fora do contexto BDSM. Resumidamente, era mandona, e amuava se algo não corresse como ela queria, mesmo que eu não tivesse culpa! Nestes arrufos de namorados, era sempre eu quem dava a parte fraca, e acabava sempre por pedir desculpa! Sexualmente ela foi reparando como eu ficava excitado com os seus pés. Por vezes, enquanto viamos um filme no sofá, deitava-se e colocava os pés ao meu colo, o que provocava de imediato uma erecção em mim! Já lhe havia beijado os pés discretamente, mas sempre fora do contexto BDSM. No entanto, julgo que ela se apercebeu dos meus gostos aí. Por vezes, propositadamente colocava o pé próximo do meu rosto pois sabia como isso me provocava! Ela sabia como me dominava! Apenas não tinha ainda percebido a Dominadora que era realmente! Um dia, no casamento de um amigo comum, ela estava de mau humor, o que descambou em discussões sem sentido... Mal falámos no casamento, e na parte do copo de água, ela sentada à mesa, colocou ous pés na minha cadeira para descansar os pés que tinham estado todo o dia enfiados naqueles saltos altos desconfortáveis. Fui buscar a comida que pretendia, e quando me ía para sentar, ela indicou-me que lhe doíam os pés e mandou-me ir buscar a comida que queria para ela. De imediato voltei ao buffet para trazer o que me tinha sido ordenado. Quando voltei para a servir, aqueles pés maravilhosos mantinham-se em cima da minha cadeira, mas desta vez calçados. A mesa tinha outros amigos nossos, pelo que fiquei algo emaraçado, mas parace-me que era um teste à minha submissão. Pedi-lhe gentilmente para me deixar sentar, o que ela anuiu, na condição de descansar os pés no meu colo enquanto comíamos! Era uma situação constrangedora... Eu claramente em posição de obidiencia em frente aos nossos amigos! Sentia-me excitado! Mas contive os meus reflexos submissivos, e acabamos a refeição. No caminho de casa comentei com ela que não queria que me humilhasse em frente aos nossos amigos, ao que ela respondeu: S: Não queres ser humilhado na presença dos teus amigos? E se eles não estiverem a ver? Não respondi, embora tenha sentido um calafrio interior. Antes de chegar a casa parámos para namorar um pouco no carro. Entre beijos e carícias, não podia deixar de pensar na nossa conversa. Embora soubesse que para ela isso era tabu, o meu instinto de submissão só me levava a fazer-lhe sexo oral, pois era uma forma de me sentir como seu... beijei carinhosamente o seu corpo, equanto descia lentamente. Quando ela me quis recusar o que era o meu objectivo (chupar o seu sexo), segredei-lhe ao ouvido: R: é uma forma de me humilhar sem os nossos amigos verem. Por favor! Deixa-me laber-te a xana. Ela anuiu, mas na condição de o fazer vendado, o que de imediato aceitei. Enquanto lhe beijava as coxas, sentia a sua respiração ofegante, prevendo a sua ansiedade. Lentamente comecei a aperceber-me dos seus pelos, e do cheiro que emanava daquele sexo sedento de prazer. Toquei-lhe ao de leve com os lábios. Apercebi-me de como estava húmido! Lambi com toda a devoção aquele sexo gostoso e melado! S: ai Rafael, pára que estou muito molhada! Estou-me quase a vir. Tirei a venda e fitei-a nos olhos completamente excitado: R: vem-te na minha boca por favor! Eu chupo tudo até ao fim! Suplico-te. A Sara fez-me uma acariciou-me a cabeça, agarrando-me pelos cabelos, e conduzindo a minha boca de seguida ao seu sexo. Foi um orgasmo maravilhoso! No dia seguinte fomos ao centro comercial. Ela de mão dada comigo, conduzia-me como habitualmente pelas lojas, e a dado ponto parámos para comer. Ela comentou como tinha gostado do que haviamos feito na noite anterior, ao que eu respondi de imediato, que por mim, faria-o de novo nessa altura mesmo. A Sara respondeu: “vou cobrar... vamos à wc”. Engoli em seco... Entrámos de imediato na casa de banho feminina, e dirigimo-nos sem que ninguem visse, a um cubiculo de sanita, que foi de imediato trancado. Logo me coloquei de joelhos junto à sanita. A Sara colocou um pé sobre o tampo da sanita e levantou a saia, reclinando-se de frente sobre mim. Desviou a cueca que trazia e com uma única palavra, e de forma seca disse aquilo que me pareceu uma ordem: S: Chupa. Chupei apaixonadamente aquele sexo maravilhoso. Desta vez foi-me permitido fazer-lhe sexo oral sem venda, e podia ver a sua cara de prazer a cada estocada da minha lingua. Quando teve o orgasmo agarrou-me pelos cabelos, obrigando-me a introduzir toda a língua dentro de si. O nosso namoro transformava-se seriamente numa relação D/s. Eu sentia-o, e quando ela se satisfez na minha boca, não púde conter e beijei-lhe apaixonadamente o pé que permanecia sobre a sanita, agradecendo aquele mel que me tinha permitido saborear. Saímos discretamente do wc, e com toda cumplicidade falamos sobre isso na viagem de regresso a casa. Eu tinha aguentado aquela tesão oriunda das novas sensações experimentadas durante 2 dias seguidos, e pedi-lhe carinhosamente para ter relações comigo. A reacção dela foi explosiva: S: Só pensas em ti! Não sou nenhuma prostituta para te dar prazer só porque precisas esvaziar os tomates! Quinze dias depois ela continuava sem me falar. Já não a via há tanto tempo que começava a enlouquecer. Pedi-lhe para nos encontrarmos em casa dela, para falarmos. Ela permitiu, embora não dissesse a que horas estaria em casa. Indicou que eu deveria ir depois de almoço, aguardando que ela chegasse. Assim o fiz. Chegou por volta da meia noite. O olhar dela dizia tudo... Ajoelhei-me, e fiz aquilo que devia ter feito há muito. Beijei os seus pés, e pedi-lhe perdão! De imediato tirei a camisola, e o cinto das minhas calças que coloquei nas suas mãos. De seguida ofereci-lhe as costas para que me fosse aplicada a punição! Sabia como seriam as coisas a partir de agora... A minha namorada era agora minha Dona! Sara Dona de rafael. Rafel escravo de Sara.