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Relato de Minha Cadela! Chego ao hotel após um cansativo dia de trabalho, e ao fechar a porta minha DONA me dá um tapa no rosto bem forte, depois, puxa meu cabelo fazendo-me olhá-La nos olhos, aproxima Sua face da minha e ordena-me num sussurro imperioso: - Tome um banho bem caprichado e me espere nua, deitada de bruços no quarto. Arrepio-me toda num misto de tesão e ansiedade. O quê se passa na mente Dela? Como uma boa submissa, cumpro Sua determinação de imediato, sem questionamentos: tomo um longo banho lavando meus cabelos, perfumo-me com Sua essência favorita e penteio-me, a fim de ficar agradável a todos os sentidos Dela. Após o banho, caminho de forma felina em direção ao quarto, engatinho sobre a cama e deito de bruços A aguardando, meu sexo úmido de prazer em ser usada como um brinquedinho ao bel prazer de quem respeito, obedeço e agrado. Logo, minha DONA chega e ordena-me que conte alto e começa a deliciosa tortura com o seu chinelo em minha bunda: uma, duas, três, ..., cinqüenta dadas com força. Os vergões podem ser vistos de forma bem clara em minha pele alva e delicada. Lágrimas vertem por meus olhos, mas, em nenhum momento, pensei em usar a "safeword", pois sabia que podia agüentar (e Ela o sabe melhor que eu) e também para não cortar o prazer Dela, pois minha preocupação é única e exclusivamente com o bem estar total e completo da minha Ama e Senhora. Após a doce tortura, Ela escorrega, suavemente, Sua mão sobre as marcas, fazendo-me tremer num frenesi de prazer. Ela vai acariciando suavemente minhas nádegas, fazendo-me ficar encharcada de tesão. Ela se aproxima do meu ouvido e diz num sussurro: nem ouse gozar sem minha permissão, entendeu, cadela? Depois, Ela se levanta e começa o jogo com as tão desejadas velas: velas pequenas e velas grandes, Ela escorre a cera sobre meu corpo inteiro, cada gota, um misto de prazer e dor que me leva à loucura, que me deixa molhada e felina. Vou me contorcendo, gemendo e me encharcando cada vez mais. A sensibilidade subindo à pele. A minha DONA dá-se por satisfeita tão somente depois que cobre meu corpo por inteiro. E para tirar a cera? Usa a chibata batendo, raspando, torturando-me, enlouquecendo-me... Depois, a chibata é substituída pelo espanador, uma boa DONA cuida de Sua peça, a deixando limpinha para novo uso. Ela me espana, ora suavemente, ora com força, chamando-me a sensações diversificas e antagônicas; mas ambas, prazerosas. O próximo instrumento de tortura para mim e deleite Dela é o consolo amarrado em sua cintura. Ela começa devagar, pois meu corpo ainda está sensível com o toque da cera quente, mas, não por muito tempo. Logo, Ela começa a enfiar dentro da minha xaninha com mais intensidade, usando toda Sua força e o seu desejo pelo buraquinho que agora LHE pertence. Volta ao meu ouvido e diz que eu não tenho autorização para gozar e que se isso acontecer eu terei que arcar com as conseqüências do castigo. Volta com movimentos fortes e esfregando o meu grelinho. Me olha com tanta satisfação e prazer pela minha impossibilidade do prazer pela minha situação de submissa, que não agüento e estouro no maior gozo que uma submissa já viveu. Minha DONA retira calmamente o consolo de dentro de mim e com um sorriso de muito prazer e semblante de poder, pega o chicote e zunindo no ar passa a estalar em minha bunda de pele alva, levando-me ao limite. A safeword querendo sair, mas a seguro na garganta, pois sei que posso ir um pouco mais além e escuto Seu valioso conselho sussurrado em meu ouvido como uma doce carícia: "Sinta a dor, a deixe passar por seu corpo. Não se trave que é pior.". Concentro-me e Ela volta com força total com o chicote em minhas nádegas doloridas. Esforço-me para seguir Seu conselho e a minha DONA forçando meu limite, deleitando-se com minha obediência, com minha dor/prazer e satisfeita em ver o resultado de Seu adestramento. Ela me chicoteia até estar devidamente saciada e a minha bundinha arde, porem meu sexo queima de prazer. Minha Dona também arde em desejo em ver Seu trabalho dando frutos e, num ímpeto, exercendo Seu direito de posse, de Dona de meu corpo, e com sorriso sádico, que sempre me arrepia a alma, coloca-me de quatro novamente e, com o consolo e num só golpe toma meu ânus. A dor é enorme e Ela delicia-se com meus gemidos e lágrimas e continua me possuindo de forma selvagem, puxando meus cabelos e puxando meu corpo para cada vez mais perto do Seu, possuindo-me cada vez mais fundo e forte, sem se importar com minha dor, até Seu merecido descanso. Esta é somente uma ilusão em relação ao Domínio da minha DONA, a quem devo minha obediência, disponibilidade e lealdade. Jamais imaginei que uma conversa, iniciada com poucas mensagens fosse resultar neste reencontro. Nada sabia...nada imaginava... Sabia que a partir dali um novo horizonte se abria... Acho que encontrei minha única e verdadeira DONA e SENHORA!