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O Vizinho
Todas as noites em que chegava do trabalho, jogava minha bolsa junta ao blazer sobre o sofá, largava meus sapatos, amarrava meu cabelo dando um nó com ele próprio, abaixava o zíper lateral da minha saia e enquanto caminhava, acabava deixando-a pelo corredor. Chegava ao quarto somente com uma regata branca e de calcinha, não fazia nada, apenas me deitava. Como minhas janelas eram protegidas por grades, permaneciam abertas todo o tempo e depois que me deitava, costumava olhar o céu até cair no sono.
Até que um dia, após todo o ritual, tive uma estranha sensação de que estava sendo observada. Como morava em um condomínio, os apartamentos eram próximos. Coloquei a cara na janela, e estava lá. Era um homem. Ele tentou até disfarçar, mas não conseguiu me enganar.
Fingi não ter notado e voltei a deitar. No outro dia tinha até me esquecido do que descobri, e meu dia foi a mesma rotina. Levantei, tomei banho, tomei meu café, escovei meus dentes, me vesti e fui para o trabalho. Ah, antes que eu esqueça, meu nome é Louise, tenho 23 anos, sou formada em administração e sou gerente de uma locadora de automóveis. Moro sozinha desde que meus pais se separaram, há mais ou menos 3 anos. Moro nesse apartamento faz apenas 1 mês. Sou solteira, namorei algumas vezes, nada que durasse muito tempo. Fui apaixonada pouquíssimas vezes, mas sempre achei essa parada de amor uma completa babaquice. Ninguém acredita, mas sou virgem. Óbvio que não pretendo perder minha virgindade depois do casamento, mas não achei ninguém que me tirasse o fôlego ou alguém que merecesse. E sem falsa modéstia, tenho um corpinho de dar inveja e de deixar homens de água na boca. Tenho uma pele bronzeada, cabelo castanho claro com fios loiros e tenho 1,65 de altura.
Já estava na hora de abandonar meu local de trabalho e ir pra casa, foi então nesse momento que lembrei que estava sendo observada na noite passada. Então fui ansiosa para casa, só pra ter a certeza se estavam me olhando ou não. Dessa vez, tirei apenas o sapato e larguei a bolsa no sofá, fui vestida para o quarto e meu olhar foi diretamente àquela janela. Sim! Ele estava lá, como se me esperasse todos os dias,ou talvez ele gostasse de observar as crianças brincando na rua... Como saber?
Na hora em que olhei sua janela, ele notou meu olhar e fez um gesto estranho com as mãos. Estalou os dedos e aplaudiu umas três vezes. Assustada, fechei a cortina e me sentei na cama. Decidi esquecer o que estava se passando. Tirei minha roupa, peguei minha toalha e fui para o banho. Quando estava terminando, a campainha toca. Mas a essa hora? Quem seria? Meus pais não costumavam me visitar sem antes me comunicar.
Enrolei-me na toalha, mesmo sem me enxugar e fui ver quem era pelo olho mágico. Tudo preto. Sim, taparam o olho mágico com as mãos, o que me deixou mais assustada. Então me lembrei do homem da janela. Será que era ele? Coloquei a trava pega ladrão e girei as chaves. Então abri vagarosamente a porta e vi o dito cujo com uma maleta na mão. Deixei meu corpo escondido atrás da porta já que ela estava bem pouco aberta por conta da trava.
- Quem é você?
- Não vai abrir a porta? Ele se aproximava da porta, parecia querer entrar.
- Acha que vou deixar um estranho entrar em minha casa assim?
- Você sabe quem sou, me viu da janela agora pouco.
- E o que você quer? O que tem na maleta?
- Deixe-me entrar, responderei depois. Apoiou sua mão sobre a maçaneta e fechou a porta, na intenção de que eu abrisse a trava. E eu o fiz, apesar de estar apenas de toalha, arrastei o ferrinho e mandei-o abrir a porta. Não o vi entrar e fui ao meu quarto, vesti um vestido que estava por cima da poltrona, soltei o cabelo e voltei para a sala.
- Agora pode começar a responder? Arrastei uma cadeira e sentei, enquanto meu olhar estava direcionado a ele. Me surpreendeu, imaginei que fosse um velho tarado. Mas não... Aparentava ter menos de 30 anos, alto, forte, com uma barba rala. Enfim, chamou minha atenção.
- Imaginei que seria mais difícil entrar aqui. Fugiu de minha pergunta mais uma vez.
- No mínimo você vai fazer de minha casa um cárcere e me manter presa aqui, né?
- Você não cansa de perguntar? Levantou-se do sofá e rapidamente segurou meus braços. Até que essa não é uma má idéia. Seria delicioso tê-la como refém.
- Me solta! Senão vou gritar. Ele apertava meus braços com força, o que me deixara ainda mais sem entender o que ele pretendia fazer.
- Se me obedecer e ficar caladinha será bem melhor, mocinha. As chaves estão comigo, não tem pra onde você escapar. Me soltou e pegou sua maleta que estava no sofá. Colocou-a sobre a mesa e abriu. Eu preferi nem ver o que tinha ali e me levantei, corri até a porta da cozinha, mas a chave não estava lá. Ainda tentei abri-la, mas estava fechada. E agora? Meu celular estava dentro da bolsa, estava presa em minha própria casa com um homem que me olhava todos os dias e eu nem fazia idéia de quem ele fosse. E ele estava com toda razão. Qual ser na face da Terra deixaria um desconhecido entrar em casa tão facilmente? Só me restou pensar em uma coisa: me fodi. Ele soltou uma gargalhada, e num tom de deboche voltou a falar:
Vai aonde? Já falei que não tem pra onde escapar... Não complique ainda mais sua situação.
Ele veio até a cozinha segurando uma algema aberta, fui andando pra trás tentando fugir dele, mas me esbarrei na porta e sem perder tempo, prendeu meus pulsos. Agora eu estava totalmente indefesa, só restou esperar o que viria a seguir. Ele segurou meu cabelo, me colocou em sua frente e foi me guiando até a sala. Me deixou de frente pra mesa e fez minha virilha encostar na ponta da mesma, como segurava firmemente meu cabelo, me fez deitar o tronco sobre a mesa ao mesmo tempo em que levou sua mão até a parte de trás da minha coxa, deslizou sua mão por minha pele até que ela chegasse em minha nádega já que eu estava apenas com um pedaço de pano me cobrindo. Aquilo me fez sentir repulso por ele, apesar de ter chamado minha atenção, senti nojo daquele toque, daquela maneira que ele fazia aquilo. Ele poderia muito bem conseguir o que queria de outra forma, mas daquela maneira era muito sujo, muito desmerecedor.
- Para! Falei com um voz alta. Tira essa mão de mim, sai daqui, maluco!
Ele apenas riu, e continuou com os toques. Dessa vez seus dedos estavam entre minhas pernas e tocou os lábios de minha buceta com a ponta dos dedos.
- Me solta, cara! To falando sério. O que você quer de mim?
- Cala essa boca, cadela! Não vou fazer nada contigo, nada que você não queira... Ja já você estará implorando por mim. Levantou minhas pernas e me arrastou sobre a mesa, me fazendo deitar na mesma. Mexeu em sua maleta e tirou um canivete dali.
- Você é louco, me solta! Some daqui, imundo.
Aproximou o canivete da parte interna da minha coxa e deslizou a parte não cortante em minha pele.
- Já mandei ficar calada. Se falar mais alguma coisa, eu te machuco.
Não tive outra saída, obedeci. Ele usou o canivete para cortar o vestido, me deixou nua e deitada de bruços sobre a mesa. Senti suas mãos segurando meus pés e tentando afastar minhas pernas. Não deixei. Ele tornou a tentar afastar minhas pernas, dessa vez com mais força e obviamente conseguiu. Olhei para ele, e ele estava aproveitando aquela visão, com uma puta feição maliciosa, o que mais me enojava. Ele percebeu minha rejeição e largou um tapa em uma de minhas nádegas. O tapa foi forte, o suficiente pra deixar minha pele avermelhada e me fazer contorcer. De repente outro tapa, seguido de outro, e outro...
- Para!!! Gritei, mas foi involuntário. Minha pele ardia.
Ele parou, tirou uma palmatória revestida de couro de sua maleta e deslizou a mesma desde minha bunda até a parte de trás de minha coxa. Ele passeava com a palmatória sobre minha pele até que me forçou afastar as pernas novamente. Minha buceta estava bem visível, e com a ponta da palmatória, ele passou a brincar com meu clitóris e de surpresa, chocou o couro com meus grandes lábios. Me contorci novamente, mas dessa vez acabei soltando um gemido baixinho, ele deveria ter escutado. Voltou a bater em minha nádega com o objeto que carregava.
Aquela submissão em que eu estava, aqueles tapas, aquele jogo estava começando a mexer comigo. Mas eu não podia me render, ele disse que não faria nada que eu não quisesse, então uma hora ele acabará desistindo.
- Que corpo delicioso... Falou enquanto passeava sua mão livre em minha cintura e quando chegou a minha bunda, apertou. Apertou com força. Não resistirá por muito tempo.
Ele colocou a palmatória sobre a mesa e segurou minhas pernas, me puxando mais pra ponta da mesa. Segurou novamente a palmatória, agora pela palma e aproximou o cabo dela de minha virilha. Deslizou de cima a baixo e quando encontrou meu clitóris, pressionou. Minha buceta já estava encharcada, e de acordo com que ele brincava com meu grelinho, ela ficava cada vez mais molhada. Voltou a deslizar o cabo de cima a baixo e penetrou-o em mim. Sentiu uma certa dificuldade, foi então que percebeu que eu era virgem. Não segurei o gemido, não sei se era de dor ou de prazer. Por conseqüência, ele tirou o cabo bem lentamente da minha bucetinha e sem deixar que saísse, penetrava novamente. Meu quadril já correspondia àquele entre e sai, eu rebolava feito uma vadia. Mas por um cabo de palmatória? Inacreditável! Quando ele percebeu que eu estava gostando, retirou o objeto de mim.
- É uma cadelinha mesmo... Segurou meu cabelo, dando uma volta com os fios em sua mão e puxou minha cabeça pra trás, largando um tapa em meu rosto.
Não dá pra explicar, mas ninguém nunca tinha me tratado daquela maneira. A situação que ele criou, os toques, as palavras, tudo me excitava. Até o cadelinha.
- Será que você não tem o mínimo de respeito por mim?
- Quer que eu pare... Pausou a fala enquanto tirava seu pau de dentro da bermuda e deslizava a glande por minha coxa, já que minhas pernas estavam abertas. ... cadelinha?
Permaneci em silêncio, não ia dizer nem que sim, nem que não. Naquele momento notei que havia entrada no jogo.
- Levante-se! Ele se afastou e esperou ser atendido.
Levantei.
- Ajoelhe-se!
Ajoelhei, e mantive a cabeça baixa. Perai, quem era ele? Estava mandando em mim como se eu fosse uma boneca de pano. Eu realmente estava me humilhando diante dele. Aquilo mexia com meu orgulho, mas eu já sabia. Se eu reclamasse, ele perguntaria se era pra parar e eu não queria que ele parasse.
- Olhe pra mim!
Eu olhei. Recebi um tapa, dois, três... Segurou meu rosto com uma mão, pressionando os dedos em minhas bochechas me forçando abrir a boca. Trouxe os dedos da outra mão até minha boca e penetrou-as nela. Balançava minha cabeça, como se tivesse mandando chupá-los. Mas fiquei quieta, e como previsto ele falou com um tom superior:
- Chupa, cadela!
Fechei os olhos, e passei a língua em dois dedos que estavam em minha boca e suguei-os. Quando abri os olhos, vi seu pau teso em minha frente. Não vou negar, me bateu uma louca vontade de tirar aqueles dedos de minha boca e abocanhar aquele caralho enorme. Suas veias estavam visíveis, a glande estava super inchada. Eu era virgem, mas não era santinha. Adorava um sexo oral. Ele percebeu meu olhar direcionado a seu pau e soltou uma risada maliciosa, de vitória.
- Isso é interesse? Ele falou enquanto tirava os dedos babados de minha boca e levava os mesmo até a cabeça de seu pau, onde espalhava minha saliva. Eu disse que você iria implorar por mim, e isso é só o começo.
Fiquei calada, realmente era o começo da humilhação. Ele segurou na base do pau e deslizou a glande em meus lábios, ameaçava penetrar a cabeça de seu pau, e tirava. E eu, tentando sugá-la a cada ameaça que ele fazia.
- Implora, cadela! Pede leitinho nessa cara de puta que você tem. Anda!
- Dá... Foi a única palavra que me veio em mente, que por sinal saiu muito baixo. Com certeza ele mandaria eu falar mais alto, isso seria pior. Me dá esse caralho, me deixa te chupar.
Ele soltou meu rosto e deu um outro tapa em meu rosto, dessa vez com mais força. Sentia minha pele arder, mas estava sedenta por ele. De imediato, levei minha boca até o pau dele. Só senti o gosto de sua glande e já recebia outros tapas.
- Espera, cachorra. Eu mando e você faz. O jogo é assim. Segurou meu cabelo e pendeu meu corpo pra baixo, me fazendo ficar de quatro. Voltou a bater em meu rabinho, e a cada tapa sua força era maior. Babou os dedos e passou-os em meu cuzinho. Primeiro vou comer esse cuzinho apertado... Pausou a fala enquanto ofuscou um dos dedos ali. Depois eu descabaço essa bucetinha apetitosa.
Gemi. Gemi e dessa vez ele ouviu, com certeza. Fiquei assustada com o que tinha escutado, não podia gritar. Meu cu parecia piscar depois de sentir a ponta de seu dedo dentro de mim. Tudo estava saindo do jeito que ele tinha planejado. Ele me mandou engatinhar pela sala e lá estava eu, o obedecendo. Mandou parar, parei. Mandou rebolar, rebolei. Resolvi dá uma olhada nele, e ele estava mexendo no pau, deslizava a pele do seu caralho de cima para baixo, rapidamente. Mas ele não gostou.
- Abaixa a cabeça, cadela! Alguns segundos depois, enxergava tudo escuro. Ele me vendou. Agora eu não poderia ver nada mais.
Como ele se calou, fiquei parada. Afinal, eu só devia fazer o que ele mandasse. Sempre fui independente e decidida, e agora estava ali totalmente curvada àquele homem. Escutava seus passos me rondando e notei que parou atrás de mim. Cuspiu entre minhas nádegas e senti sua saliva quente escorrer por minhas costas. Deu outra cuspida, que caiu sobre meu cuzinho. A sensação de sentir seu cuspe escorrendo pela minha região anal era deliciosa. Até que de surpresa, ele meteu com tudo. A dor foi tanta que fiquei sem voz, não conseguia gritar, não conseguia me mexer, fiquei imóvel e ele também. Deve ter sido pra eu me acostumar com o volume. Depois de um tempo ele começou com movimentos de vai e vem, bem devagar. A dor ia amenizando aos poucos, e os gemidos eram incontroláveis. A cada gemido, ele batia, e conforme a altura, mais intensa era a força.
Naquele momento, descobri que entre a dor e o prazer há uma pequena linha imaginária, e quando essa linha se rompe não se sabe mais distinguir a dor do prazer. Sem ter a intenção, meus gemidos soavam mais alto, pois sabia que apanharia por conseqüência do barulho. Minha cintura se mexia involuntariamente, rebolava meu rabinho no mesmo ritmo do entra e sai. Quando o pau dele estava atolado em mim, meu desejo é que ele saísse, mas quando ia saindo, minha maior vontade era tê-lo de novo dentro de mim. Era uma brincadeira, e que brincadeira gostosa.
Ele tirou o pau do meu cuzinho e ficou a apalpar meu rabinho, vez ou outra recebia tapas. Cuspiu mais uma vez no meu cuzinho, devia estar frouxo ainda e logo penetrou somente a cabecinha de seu pau eu meu cu, deixava um tempo ali dentro e tirava, metia e tirava...
- Enfia todinho, vai! Não estava agüentando aquela provocação dele. Come sua cadelinha, fode ela todinha...
Sua? A partir daí já não era mais surpresa, eu me humilhava cada vez mais. Ele conseguiu. Palmas.
- Implora, cadela! Implora!
- Fode esse cuzinho, fode!
As falas eram rápidas, a respiração era ofegante. E ele não resistiu, quando ia penetrar somente aquela cabecinha rosada, meteu tudo. Sentia meu sangue ferver, rebolava de forma com que meu corpo chocasse com o dele, suas bolas batiam na minha bucetinha, eu a sentia cada vez mais molhada. Gemia feito uma cadela, o que ele me fez ser. Segurou meu cabelo mais uma vez e me fez erguer o corpo, mesmo com aquele caralho imenso dentro de mim, segurava meus fios deixando meu rosto livre para ele. Ele estava com um joelho no chão e uma das pernas dobradas apoiada pelo pé. Meu cuzinho latejava, queria mais e mais. E ele o fez. Metia com toda sua força e agora largava tapas com os dedos em meu rosto. Meu rosto queimava, meu corpo estremecia de tanto prazer.
Depois de mais alguns vai-e-vem, soltou meu cabelo, tirou o do meu cuzinho e se levantou. Mandou que eu ficasse de quatro novamente, e de imediato o obedeci. Ordenou que eu engatinhasse até ele, e mesmo estando com os olhos vendados, tentei seguir a sua voz. Quando cheguei a sua frente, segurou minha nuca e ergueu minha cabeça, e como fez com o meu cu, fez com minha boca. Enfiou tudo de vez e me fez engasgar. Salivei e tentei trazer minha cabeça para trás, mas ele impedia. Segurou mais firmemente em minha nuca. Lacrimejei, mas tentei recompor minha respiração. Pressionei meus dentes no corpo do pau dele, o que fez ele recuar. Como não estava vendo nada, tive que esperá-lo trazer seu caralho até mim, deslizei minha língua por ele e logo abocanhei sua glande.
- Mostre-me do que é capaz, cachorra.
Suguei o máximo que pude e em seguida deixei introduzir em minha boca aos poucos. Passava a língua onde podia e notei suas veias saltitantes, o que me deixava ainda mais sedenta. Como iria mostrar o que eu era capaz de fazer? Sem poder usar as mãos, sem enxergar nada. Estava complicado. Mas era sofrimento que ele gostava de ver, era humilhação. Meu rosto foi rapidamente de encontro com sua pele, passei do meu limite. Me engasguei novamente e sentia as lágrimas que conseguiam escapar da venda deslizarem no meu rosto. Era uma sensação ruim, mas tinha que fazer. Repeti mais umas três vezes e logo após deixar seu caralho completamente babado, abocanhei uma de suas bolas, suguei-a o máximo que pude. Ele merecia sentir um pouco de dor também. Gemeu e não perdeu a oportunidade de estapear minha cara.
Parecia desesperado. Me levantou pelo cabelo mais uma vez e me jogou. Cai sobre o sofá, meio sem jeito. Senti me puxando pelas pernas, abrindo-as ao mesmo tempo e deixando meu corpo bem na beira do sofá. Seu polegar estacionou sobre meu grelo, e ele remexia o dedo pois deslizava facilmente, pressionava meu clitóris. Me fazia contorcer. Seu braço estava sobre minha barriga e apoiou seu peso sobre mim, o que me impedia de fazer qualquer movimento. Sua língua foi de encontro a minha bucetinha, passou a língua de baixo para cima e quando encontrou meu grelinho, sugou. Depois passou a brincar, deslizando a língua de um lado para o outro. Em seguida sua língua foi até minha entrada. Deixou sua língua penetrar em mim, confesso que não dava pra sentir direito, mas ele recuava a cabeça e voltava com a língua pra dentro da minha buceta. Pedi que ele terminasse o serviço e ele não ficou satisfeito com meu pedido. Então fiz o que queria, implorei, pedi por favor para que ele me arrombasse. E diante de um pedido tão glorioso, ele não pôde negar.
Encostou a cabecinha do seu pau e deslizou na minha entrada, fez o mesmo que tinha feito com a língua: levou até meu grelo, pressionou com certa força. O que deixava minha bucetinha mais lubrificada. Quando desceu seu pau até a minha entrada, apesar da suposta facilidade, ele teve que usar um pouco de força. E entrou. Começou devagar e foi acelerando aos poucos. Senti muita dor no começo, nada comparado à penetração anterior. Mas fui me acostumando com a dor, que por sinal era deliciosa. Com a mão livre, passou a apertar um de meus seios, apertava o mamilo enrijecido e pressionava um seio contra o outro. A cada estocada que ele dava, meu desejo era que ele parasse e não parasse ao mesmo tempo. Já devia estar pra gozar e tirou ligeiramente o caralho da minha buceta. Ordenou que eu ficasse sentada e eu obedeci. Dessa vez, segurou meus seios com as duas mãos, deixando-os bem juntos e introduziu seu caralho entre eles. Erguia o corpo e voltava rapidamente, até que senti seu gozo escorrer sobre meus seios. Ele parou e segurou na base do pau, e aos poucos foi espalhando a porra em meu rosto. Arranjava intervalos para dar mais tapinhas no meu rosto. Por fim, com a ponta do indicador, ele recolhia seu gozo que estava em meu rosto e me fazia chupar seu dedo.
E foi assim que aconteceu. Perdi minha virgindade com um desconhecido, de uma forma que eu nunca havia imaginado. Mas com certeza foi da melhor forma que poderia ter acontecido. Depois daquele dia, passamos a nos conhecer, não demorou muito para começarmos uma relação séria. Uma relação cheia de desejos, com certeza muito melhor do que outras que existem por aí...